INSTITUCIONAL
9 de abr. de 2009
PÁSCOA É...
Páscoa é ressurreição.
Ressurreição é :
Reflexão...
Mudança...
Recomeçar...
Páscoa é transformar...
Transformar uma vida, antes sem esperança nem alegria,
em uma vida cheia de esperança na busca da realização dos nossos sonhos.
É preciso recomeçar de novo, e novamente e quantas vezes for necessário,
para que todos os nossos sonhos sejam transformados em realidade.
Feliz recomeçar!
7 de abr. de 2009

Teve início ontem, nas dependências do NTE de São Joaquim/SC, o curso de Introdução a Educação Digital. Estão participando do Curso profissionais da educação que estão atuando na EEB. Rocha Pombo e a EEB. Ary de Souza Borges.
Esse é um programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologia Educacional - Proinfo Integrado.
Essa nova versão do Programa, instituído pelo decreto nº 6.300, de doze de dezembro de 2007, intitula-se Programa Nacional de Tecnologia Educacional - Proinfo e postula a integração e articulação de três componentes:
a) A instalação de ambientes tecnológicos nas escolas (laboratórios de Informática com computadores, impressoras e outros equipamentos e acesso à internet banda larga);
b) A formação continuada dos professores e outros agentes educacionais para o uso tecnológico das tecnologias de Informação e Comunicação (TICs);
c) a disponibilização de conteúdos e recursos educacionais multimídia e digitais, solução e sistema de informação disponibilizado pelo SEED/MEC nos próprio computadores, por meio do Portal do Professor, da TV/DVD Escola etc.
O objetivo central desse Programa é a inserção de tecnologias da informação e comunicação (TICs) nas escolas públicas brasileiras, visando principalmente a:
a) promover a inclusão digital dos professores e gestores escolares das escolas
de educação básica e comunidade escolar em geral;
b) dinamizar e qualificar os processos de ensino e de aprendizagem com vistas à melhoria de qualidade da educação básica .
6 de mar. de 2009
Dia Internacional da Mulher
A beleza de uma mulher não está
nas roupas que ela usa,
na imagem que ela carrega,
ou na maneira que ela penteia
os cabelos.
A beleza da mulher tem que
ser vista a partir dos
seus olhos, porque essa
é a porta para o seu coração,
o lugar onde o amor reside.
A beleza da mulher não está
nas marcas do seu rosto.
Mas a verdadeira beleza
numa mulher está refletida
na sua alma, está no cuidado
que ela amorosamente tem
(pelos outros), a paixão
que ela demonstra.
E a beleza de uma mulher
com o passar dos anos,
apenas cresce!
Parabéns para você Mulher,
nesse seu Dia Internacional
da Mulher!
18 de fev. de 2009
A Importância dos blogs nas Escolas
Achamos importante a recente reportagem da Revista Época que divulgou uma experiencia realizada no Instituto Airton Senna da Cidade de Araxá/MG sobre a utilização da internet como veículo de pesquisa e trocas entre alunos e professores.
A pesquisa destaca a importânciada utilização de Blogs por despertarem nos alunos o interesse pelo assunto a ser descutido bem como pela escola que demostra estar atualizada nos objetivos.
Acredita-se que o Blog valoriza o trabalho dos pesquisadores a partir do momento em que superam a timidez, melhora a exppressão escrita e verbal aumentando índices de frequência e rendimento escolar os resultados podem estar sendo visualizado e compartilhado por vários alunos internautas.
Por outro lado o professor blogueiro pode realizar trocas de experiências e aprendizado utilizando exercícios, gabaritos de provas, desafios, mapas e ilustrações trazendo praticidade e dinâmica na evolução dos conteúdos propostos.
A divulgação desta reportagem é de suma importância pois as escolas ainda não possuem suporte para a implantação destes projetos educacionais. Dados comprovam que 30% de alunos do Ensino Fundamental tem acesso a computadores. No Ensino Médio é pouco mais da metade, dados estes que nos remetem ao penúltimos lugar no ranking da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico em número de computadores por aluno.
Veja abaixo exemplos da funcionabilidade dos Blogs:
Aproximar professores e alunos
Os estudantes tendem a se identificar com o professor blogueiro. Se o aluno cria um blog, os professores têm um espaço a mais para orientar o aluno;
Permitir maior reflexão sobre o conteúdo
Quando o professor blogueiro expõe sua opinião, está sujeito a críticas e elogios. Com isso, reflete sobre seu trabalho e faz os alunos pensar mais sobre o tema proposto
Manter o professor atualizado
O professor blogueiro busca em outros sites e blogs informações para compartilhar com os alunos. Isso o coloca em permanente reciclagem
Criar uma atividade fora do horário de aula
O estudo não fica restrito aos 45 minutos de sala de aula. Com o blog, o professor instiga os alunos a estudar mais. Eles buscam no blog desafios, exercícios e gabaritos
Trazer experiências de fora da escola
O blog abre as atividades da escola para pessoas de outros colégios, cidades e até países colaborarem. Isso amplia a visão de mundo da turma
Divulgar o trabalho do aluno e do professor
As produções do aluno ou do professor podem ser vistas, comentadas e conhecidas por qualquer internauta do mundo. Isso é um incentivo para alunos e professores se dedicarem
Permitir o acompanhamento
Com os blogs, os pais podem monitorar as atividades escolares dos filhos. E também ter acesso ao que o professor está ensinando. Isso não é possível com as aulas
Ensinar linguagem digital
Ao montar blogs, alunos e professores passam por um processo de "alfabetização digital". Aprendem a fazer downloads e outros recursos para navegar com facilidade
2 de dez. de 2008
Seminário Proinfo e TV Escola/2008 - Sul

O Proinfo, programa nacional de tecnologia educacional, é uma das iniciativas do Ministério da Educação para promover o uso pedagógico das diversas tecnologias da Informação e Comunicação. Com três dimensões de trabalho: infra-estrutura, capacitação e conteúdo. A dimensão de infra-estrutura significa colocar até 2010, computadores em todas as 148.000 escolas públicas brasileiras com internet banda larga. A segunda dimensão é a capacitação dos professores para o uso desses recursos, o professor precisa dominar a tecnologia e gostar desse processo interativo. Essa dinamização deixa a sala de aula mais criativa, os alunos gostam, e podem construir um processo cognitivo que o levem para além dos muros da escola, para além dos livros didáticos. E, por intermédio dos NTEs, os multiplicadores passam a participar do processo de disseminação desta tecnologia nas escolas. A terceira dimensão é a questão do conteúdo, oferecer aos professores os conteúdos, neste sentido, a TV Escola que faz parte deste pacote de mídias integradas, o portal do professor, que também é um acesso aos conteúdos, com um banco de elementos educacionais. Mas tudo isso só vai funcionar, se tiver um grupo entusiasmado fazendo as capacitações promovendo a inclusão digital dos professores e gestores das escolas públicas que são os NTEs que permitem um ambiente entusiasta. É difícil implementar uma nova cultura, então através de uma série de processos, é que finalmente, vai desembocar na mudança cultural da escola frente as tecnologias. Segundo especialistas, o domínio das diferentes linguagens tecnológicas, contribuem para a construção do conhecimento, além disso alunos e professores passam a ser produtores em rede e na rede.
1 de dez. de 2008
Educar o educador
José Manuel Moran
Especialista em mudanças na educação presencial e a distância
Texto inspirado no capítulo primeiro do livro: MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos e BEHRENS, Marilda. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica. 14 ª ed. Campinas: Papirus, 2007, p.12-17
Um dos eixos das mudanças na educação passa pela transformação da educação em um processo de comunicação autêntica e aberta entre professores e alunos, principalmente, incluindo também administradores, funcionários e a comunidade, principalmente os pais. Só vale a pena ser educador dentro de um contexto comunicacional participativo, interativo, vivencial. Só aprendemos profundamente dentro deste contexto. Não vale a pena ensinar dentro de estruturas autoritárias e ensinar de forma autoritária. Pode até ser mais eficiente a curto prazo - os alunos aprendem rapidamente determinados conteúdos programáticos - mas não aprendem a ser pessoas, a ser cidadãos.
Com ou sem tecnologias avançadas podemos vivenciar processos participativos de compartilhamento de ensinar e aprender (poder distribuído) através da comunicação mais aberta, confiante, de motivação constante, de integração de todas as possibilidades da aula-pesquisa/aula-comunicação, num processo dinâmico e amplo de informação inovadora, reelaborada pessoalmente e em grupo, de integração do objeto de estudo em todas as dimensões pessoais: cognitivas, emotivas, sociais, éticas e utilizando todas as habilidades disponíveis do professor e do aluno.
Cada um de nós professores/pais colabora com um pequeno espaço, uma pedra, na construção dinâmica do "mosaico" sensorial-intelectual-emocional de cada aluno. Ele vai organizando continuamente seu quadro referencial de valores, idéias, atitudes, a partir de alguns eixos fundamentais comuns como a liberdade, a cooperação, a integração pessoal.
Só podemos educar para a autonomia, para a liberdade com autonomia e liberdade. Uma das tarefas mais urgentes é educar o educador/pai para uma nova relação no processo de ensinar e aprender, mais aberta, participativa, respeitosa do ritmo da cada aluno, das habilidades específicas de cada um.
É importante termos educadores/pais com um amadurecimento intelectual, emocional e comunicacional que facilite todo o processo de organizar a aprendizagem. Pessoas abertas, sensíveis, humanas, que valorizem mais a busca que o resultado pronto, o estímulo que a repreensão, o apoio que a crítica, capazes de estabelecer formas democráticas de pesquisa e de comunicação.
Só podemos ensinar até onde conseguimos aprender. E se temos tantas dificuldades em ensinar, entre outras coisas, é porque aprendemos pouco até agora. Se admitíssemos nossa ignorância quase total sobre tudo - tanto docentes como alunos - estaríamos mais abertos para o novo, para aprender. Mas ao pensar que sabemos muito, limitamos nosso foco, repetimos fórmulas, avançamos devagar.
Sabemos muito, mas não sabemos o principal. Temos conhecimentos pontuais, mas nos falta o referencial maior, o que dá sentido ao nosso viver. Por que e para que aprendemos? Quando só temos objetivos utilitaristas - como conseguir um diploma, um emprego, ganhar dinheiro - isso concentra nossos esforços, mas estreita nosso raio de visão, de percepção.
Temos visões parciais, que se constroem com dificuldade e estão inseridas numa dinâmica informativa volátil. Se aceitamos isso profundamente e com confiança, poderemos começar a procurar com menos ansiedade, a intercambiar nossas pequenas descobertas, a estarmos mais atentos a tudo, a não acreditar em verdades dogmáticas, simplistas. Perceberemos que a realidade é muito mais complexa do que as explicações científicas e que, ao mesmo tempo, iremos apoiando-nos na ciência para avançar a partir dela sem cair em explicações sem consistência.
Ensinar não é só falar, mas comunicar-se com credibilidade. É falar de algo que conhecemos intelectual e vivencialmente e que, pela interação autêntica, contribua para que os outros e nós mesmos avancemos no grau de compreensão do que existe.
Ensinaremos melhor se mantivermos uma atitude inquieta, humilde e confiante com a vida, com os outros e conosco, tentando sempre aprender, comunicar e praticar o que percebemos até onde nos for possível em cada momento. Isso nos dará muita credibilidade, uma das condições fundamentais para que o ensino aconteça. Se inspirarmos credibilidade, poderemos ensinar de forma mais fácil e abrangente. A credibilidade depende de continuar mantendo a atitude honesta e autêntica de investigação e de comunicação, algo não muito fácil numa sociedade ansiosa por novidades e onde há formas de comunicação dominadas pelo marketing, mais do que pela autenticidade.
Só pessoas livres - ou em processo de libertação - podem educar para a liberdade, podem educar livremente. Só pessoas livres merecem o diploma de educadoras. Necessitamos de muitas pessoas livres na educação que modifiquem as estruturas arcaicas, autoritárias do ensino. Só pessoas autônomas, livres podem transformar a sociedade.
23 de nov. de 2008
Curso de Capacitação em Redes e Servidores em Linux
O Curso teve como objetivo promover oficinas para transferir o conhecimento tecnológico para multiplicadores dos NTEs – Núcleos de Tecnologia Educacional das Secretarias de Desenvolvimento Regionais de Santa Catarina/Gerências de Educação e servidores que atuam no Programa de Inclusão Digital Beija-Flor, além disso, capacitar para o uso do Software Livre Linux Educacional que estão instalados nos laboratórios de informática do Proinfo/SED e também em configuração de Servidores de Rede, propiciando a esses multiplicadores conhecimento para ajudar na resolução dos problemas dos laboratórios de informática.
19 de set. de 2008
Curso Tecnologias na Educação: Ensinando e Aprendendo com as TICs

O encontro reuniu multiplicadores de toda a região sul, coordenadores estaduais do programa Proinfo Integrado e formadores dos Núcleos de Tecnologia Educacional estaduais e municipais (NTEs).
18 de set. de 2008
COMPETÊNCIAS NECESSÁRIAS PARA USAR TECNOLOGIA EM SALA DE AULA

Essa é uma das perguntas que me fazem com freqüência, professores querendo usar internet e tecnologia como apoio nas suas aulas, mas sem saber como fazer para implementar os recursos e organizar o seu plano de ensino. Até pouco tempo atrás, bastava saber montar as aulas no PowerPoint que era suficiente, mas hoje a demanda está muito maior!
Uma pequena lista com os recursos que devem ser evidenciados no seu estudo:
Usar de maneira eficiente uma ferramenta de busca: Quando você precisa pesquisar material para aulas, muito provavelmente deve recorrer ao Google. Saiba que a busca no Google, pode ser melhor executada com o uso de operadores de pesquisa, que filtram de maneira surpreendente os resultados e podem trazer conteúdo interessante para as suas aulas. Qualquer professor que precise preparar material para aulas, deveria conhecer e aplicar esses operadores, na busca por material para ilustrar e enriquecer suas aulas. Além disso, existem opções como o próprio Google Acadêmico.
Conhecer e usar redes sociais: As redes sociais podem trazer ainda mais conteúdo para quem precisa estar sempre pesquisando. Redes como o del.icio.us permitem que você pesquise pelos favoritos que outros usuários com interesses semelhantes aos seus, salvaram e acham importante. Esse tipo de pesquisa trás resultados diferentes da pesquisa do Google. Ainda temos uma infinidade de redes, que já foram abordadas aqui no Blog como o SlideShare e teacherTube.
Saber como funcionam Blogs e Wikis: Os responsáveis por boa parte do conhecimento gerado no meio acadêmico são professores e pesquisadores que publicam comentários e atualizações sobre suas pesquisas, nas mais variadas áreas em Wikis e Blogs. Um professor que queira usar internet como apoio, deve saber como usar esses sistemas em proveito das suas aulas, quem sabe até usar ele como ponte para trazer o pesquisador para a sua sala de aula, mesmo que de maneira virtual.
Conhecer e usar RSS: O RSS é uma ferramenta extremamente poderosa para quem gera conteúdo! Os professores que usam com eficiência esse recurso podem acompanhar atualizações em web sites de maneira automática. Assim você estará sempre atualizado nos assuntos relacionados a sua aula.
Saber como funciona e internet: Não leve essa recomendação ao pé da letra, você não precisa conhecer os protocolos de transmissão de dados, mas sim a maneira como as coisas acontecem na internet e como ela revoluciona a educação. Por exemplo, saber o que são os sistemas LMS como o Moodle, podem evitar que você seja surpreendido quando a sua instituição de ensino comece a usar ensino semipresencial. Muitos docentes ainda ficam distantes do computador como ferramenta de estudo, se limitando apenas a usar o e-mail. Se esse é o seu caso, mude a sua mentalidade o mais rápido possível!
Bem, acho que isso resume bem as competências e conhecimentos necessários para os professores que queiram usar tecnologia como apoio em suas aulas. Repare que as recomendações levam para a criação do ambiente pessoal de aprendizagem, que já havia sido comentado aqui no Blog.
Pronto! Agora você já sabe por onde começar. Agora é só colocar a mão na massa e adaptar o seu plano de ensino, para usar tecnologia.
Lembre que o número de alunos que usa internet, pelo menos para entretenimento está crescendo. O avanço da economia está fazendo com que cada vez mais pessoas comprem seu primeiro computador. Em pouco tempo, isso será sentido em sala de aula. Basta um professor começar a usar internet como apoio, que os alunos começam a perguntar para os outros professores “Por que sua aula não está na internet também?”. Qual será a resposta do professor?
Artigos Relacionados:
Guia para ensinar com tecnologia
Recursos para aula: Base de perguntas para avaliação
Recursos e dicas para revisar o plano de aula
Estratégias para revisar o plano de aula
Como usar Wikis na educação superior?
Fonte:http://www.colaborativo.org/blog/2008/05/21/competencias-necessarias-para-usar-
tecnologia-em-sala-de-aula/
Autor: Allan Brito
CAPACITAÇÃO DO SALTO PARA O FUTURO

(Maygham, W. Somerset O Fio da Navalha )
Assim sendo, e considerando que o processo de ensino-aprendizagem deve proporcionar uma prática pedagógica de liberdade, onde o cidadão-aluno seja construtor de conhecimentos socialmente elaborados e evidenciando da mesma forma, que a fundamentação teórica inova e desperta a consciência e compromisso dos agentes envolvidos direta ou indiretamente com a educação, foi desenvolvido através do Programa Salto Para o Futuro a série A Cidade como Espaço Educativo no NTE São Joaquim, o primeiro curso de capacitação para os professores. Os temas desta série evidenciados foram: Cidade e Cidadania, Patrimônio e Memória, Pluralidade e Diversidade.
O respectivo curso aconteceu nos dias 04/05/09/10 e 11 de Setembro, obtendo a participação de 14 ( catorze) profissionais da educação, envolvendo as redes Estadual e Municipal.
O resultado final deste trabalho, acreditamos ter sido de valorosa contribuição aos participantes, que demonstraram satisfação com relação as suas expectativas sobre o curso.
Para nós, equipe do NTE, foi também uma experiência primeira, com bom êxito, apesar do restrito número de participantes que aderiram ao convite.
Gostaríamos que se não todos, mais grande parte dos educadores pudessem engajar-se conosco nessa tarefa de estarmos nos reciclando e aproveitando as oportunidades que nos são oferecidas para concretizar nosso processo de formação continuada e permanente.